Manifestação estudantil acontecendo agora na UFCG campus-Cuité


Os estudantes fecharam as entradas do campus da UFCG, em Cuité (Foto: Hortência Héllen⁠⁠⁠ / Arquivo Pessoal)
Os estudantes da Universidade Federal de Campina de Grande (UFCG) do campus de Cuité, Agreste paraibano, fecharam as entradas do local na manhã desta quinta-feira (28). Um dos motivos, segundo a estudante Mabrine Brito, é a precariedade e falta de estrutura do campus. Só foram liberadas as entradas em casos extremos.
A mobilização começou por volta das 7h na frente do Centro de Educação e Saúde (CES). Até as 10h45 os estudantes continuavam nas entradas dos locais. A Polícia Militar esteve no campus, mas não registrou nenhum incidente. O G1 entrou em contato com a direção do CES, mas as ligações não foram atendidas.Nesta quinta-feira, os técnico-administrativos da UFCG entraram em greve. Outras reivindicações dos alunos são o retorno de projetos que foram cortados, pagamento de bolsas atrasadas, materiais para atividades práticas, mais vagas no restaurante universitário, mais laboratórios e aumento do número professores no campus que, de acordo com os estudantes, é insuficiente para a demanda dos cursos.
Reivindicações:
• Campos de atividades práticas adequados e suficientes para atender todos estudantes;
• Transporte adequado para os locais de atividades práticas;
• Mais professores, para que atenda toda a demanda dos determinados cursos;
• Independência no poder de decisão do nosso campus (Vimos que o atual sistema de deflagração da greve não foi democrático).
• Locais de hospedagens suficientes e adequados nas cidades sedes de atividades práticas que exijam a permanência do estudante semanalmente);
• Mais estrutura e manutenção para nossos laboratórios;
• Retorno de projetos que foram cortados mediante falta de investimentos;
• Pagamento das bolsas atrasadas;
• Materiais para atividades práticas;
• Restaurante universitário universal (Chega de exacerbada burocracia)
• Repúdio ao corte de 9 bilhões no orçamento da educação;
• Apoio ao movimento dos professores, pois queremos professores motivados, sem obstáculos, para que possam contribuir com nossa formação profissional.

Fonte UFCG, G1
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