Filho viciado em maconha mata a própria mãe e enterra o corpo no mato



Isaque matou a própria mãe
No Setor Águas Bonitas-I em Águas Lindas de Goiás, um filho matou a própria mãe e enterrou o corpo em um terreno baldio próximo da casa onde moravam.
Isaque matou a própria mãe
O crime foi descoberto depois que outro filho procurou a Delegacia da Mulher para registrar um Boletim de Ocorrência informando o desaparecimento da mãe, já indicando o irmão como suspeito. Isso levou a Delegada Drª Ana Cristina Resegava a pedir a prisão temporária de Isaque Silva de Oliveira de 22, que em depoimento confessou ter matado sua própria mãe Ivanilde Silva Nascimento de 42 anos, tendo indicado o local onde o corpo estava enterrado desde o dia (11/08), dois dias depois de ter cometido o crime que foi (09/08).
Isaque contou friamente como matou e enterrou o corpo da mãe, detalhando assim: “matei porque ela me bateu, com o fio do carregador de celular, depois com um cabo de vassoura. Eu estava bêbado e tinha fumado maconha, aí empurrei minha mãe e ela bateu com a cabeça na cama e caiu, e começou a colocar sangue pelo nariz e pela boca. Enrolei ela com coberta, lençol e amarrei. Aí, cavei um buraco no mato e dois dias depois pela madrugada levei o corpo da minha mãe e enterrei” , disse tudo sem demonstrar nenhum arrependimento.
Perguntado por que havia jogado a carteira com os documentos próximo à casa do namorado dela ele disse, “foi para tentar incriminar o namorado dela”, falou o assassino da própria mãe.
Isaque também contou que lavou o piso da casa para que ninguém visse as manchas de sangue e desconfiasse de alguma coisa.
Falando sobre os dias que ficou preso por força da prisão temporária, ele ainda disse que gostou, foi bem tratado e que até fez amizades dentro da cadeia.
A tristeza ficou por conta do outro filho, que chorou muito ao ver o corpo da mãe sendo desenterrado enrolado e amarrado com cordão. Ao lado do corpo havia uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, não sendo explicado o por quê.
COMENTÁRIO DO REPÓRTER:
Ele matou a mãe que o deu a vida, amamentou, carregou no colo, criou, cuidou dentro de suas possibilidades e ainda o tolerava dentro de casa dando-lhe comida.
Vemos de tudo todos os dias, e mesmo assim ficamos horrorizados com a frieza desse filho que em momento nenhum demonstrou arrependimento. O que ele merece? Não posso escrever!
Carlos Leal, na ponte da língua.

Veja o Vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=t-Lts-KQDGM

Fonte Diário do Brejo
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