Exame desmente versão de irmãs e confirma que elas não foram estupradas por cantor de brega


O Instituto de Polícia Científica (IPC) de João Pessoa divulgou nesta quinta-feira (16) o resultado do exame de material genético colhido no cantor de música brega  Cristiano Vasconcellos Silva, 36 anos, preso em dezembro do ano passado, suspeito de ter estuprado duas irmãs de 12 e 14 anos, em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa. Segundo a advogada de defesa, Laura Almeida, o resultado deu negativo e comprovou que ele não estuprou as irmãs.
“Foram feitos dois exames. Um confirmou que as irmãs foram abusadas e o resultado do outro – onde o cantor era acusado do estupro - deu negativo. O material colhido da gengiva dele e das partes íntimas das garotas não deu compatível. Isso prova que o Cristiano Vasconcellos não estuprou as irmãs, como sempre afirmou. O exame só veio comprovar que ele é inocente”, comemorou a advogada.
Segundo o delegado seccional de Santa Rita, Everaldo Medeiros, a Polícia Civil deve enviar ainda nesta quinta à Justiça, o laudo que analisou o sêmen colhido no corpo de uma das garotas vítimas de estupro.

À época, Everaldo Medeiros disse ao Portal Correio, que as meninas e o menor, que estava com ela, entraram em estado de choque ao avistar o cantor na sala de reconhecimento da delegacia e confirmaram, de forma veemente, que Cristiano Vasconcellos teria sido o autor do estupro.
Ainda de acordo com o delegado, “a prova genética se caracteriza como um novo elemento substancial e concreto que pode gerar um novo entendimento do juiz sobre o caso, resultando na concessão ou não de liberdade ao suspeito”, finalizou. 
A advogada Laura Almeida revelou que vai requerer a liberdade do seu cliente, tendo em vista, que foi considerado inocente do estupro. “Vou imediatamente solicitar que o meu cliente deixe o presídio, através de habeas corpus. Já estou de posse do documento para entregar à 5ª Vara Mista de Juizado de Santa Rita".
Cristiano Vasconcellos Silva está detido em uma das celas do Presídio Padrão de Santa Rita, desde que teve sua prisão preventiva decretada. “Apesar de estar preso, ele foi bem tratado pelos outros presos, que acreditavam na inocência dele”, disse a advogada.

Fonte Portal Correio
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