Estudantes fazem mobilização em Patos pela construção de novo prédio do campus da UEPB


Dezenas de estudantes fizeram uma manifestação nas ruas de Patos pedindo mais investimentos para o campus VII da Universidade Estadual da Paraíba na noite desta quinta-feira (12). Com cartazes e muita disposição, eles percorreram várias ruas do Centro da Cidade e terminaram com um ato na Praça Getúlio Vargas.


 A principal reivindicação dos manifestantes é a construção de um prédio próprio para o campus num terreno do loteamento Altiplano Vista Nobre, localizado na saída para Campina Grande, que foi doado ao governo do Estado em agosto de 2012. Atualmente, o campus funciona num prédio sedido pela Secretaria de Educação do Estado, no Bairro do Salgadinho.

A manifestação é o segundo ato para reivindicar a construção do prédio neste mês. Outra mobilização está sendo marcada para os próximos dias, desta vez durante o dia.

Os manifestantes temem que o prazo de três anos dado para que o prédio seja construído termine e a instituição perca o direito sobre o terreno.
Estudantes da UEPB em manifestaçãoFoto: Estudantes da UEPB em manifestação

No prédio do campus VII de Patos funcionam cinco cursos que abrigam aproximadamente mil e 200 alunos, 60 professores e 20 funcionários.

O reitor da UEPB, professor Rangel Júnior, informou que ainda não há nenhuma previsão para o início da construção do novo prédio do campus VII porque ainda não há previsão orçamentária para isso. "O terreno ainda não foi desimpedido, ou seja, não está liberado ainda para a utilização", disse. Ele explicou que esse prazo que seria de três anos para a construção do equipamento que os estudantes estão se referindo não existe.

Rangel informou que a construção do campus demanda um projeto, licença ambiental, entre outros requisitos e acima de tudo recursos que a universidade não tem. Ele informou que nos próximos meses terá uma audiência com o governador Ricardo Coutinho a quem fará um diagnóstico da situação.
Quanto às melhorias na infra-estrutura, o reitor disse que vem fazendo um trabalho de melhorias e que hoje todas as salas da instituição estão climatizadas.
"Estamos fazendo o possível para melhorar as condições da instituição. Mas, os equipamentos como laboratórios e mais salas de aulas demandam recursos que no momento não temos. Enquanto isso vamos improvisar, ou seja, alugar salas ou implantar divisórias para tenhamos condições de abrigar a demanda", explicou.
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