Polícia prende homem acusado de matar a própria filha e jogar corpo em vala, confira

A Polícia Civil da Paraíba, através da Delegacia de Homicídios, prendeu na manhã desta quarta-feira (19), Alexandre de Castro Sobreira, 51 anos. Ele é acusado de matar a própria filha, a adolescente Adria Carolina da Silva Santos, 19 anos. Ela foi encontrada morta dentro de uma vala no Bairro do Marcos Moura, na cidade de Santa Rita, região metropolitana da capital, no dia 1º de abril deste ano.
O corpo da vitima já estava em estado de putrefação e apresentava perfurações de tiros e golpes de faca no rosto. À época, a jovem foi encontrada pelo próprio pai que acionou a polícia e contou que a menina estava desaparecida desde o dia 29 de março.
De acordo com o delegado Pedro Ivo Soares, que investigou o caso, vítima e acusado tinham uma relação muito conturbada e brigavam constantemente. “Ambos eram usuários de drogas. Eles discutiam com frequência e pelas investigações tudo leva a crer que o pai tinha desejo sexual pela filha. No entanto, não temos como afirmar se a jovem foi violentada no dia do desaparecimento”, explicou.

Ainda segundo Pedro Ivo, no dia do crime o acusado e a vítima brigaram e ele a asfixiou, além de ter desferido golpes de faca no rosto da menina. A polícia informou ainda que a faca que ele utilizou no crime era a mesma que o acusado usava para fazer trabalhos artesanais.
O acusado, no entanto, nega as acusações.


Mais prisões

Kléberson Andrade Pires Fernandes, 24 anos, foi preso nesta terça-feira (18) no bairro do Valentina Figueiredo, em João Pessoa. Ele é apontado como responsável por pelo menos dois homicídios.
Segundo o delegado Bruno Victor Germano, os crimes foram cometidos nos anos de 2010 e 2011. “Recebemos a denúncia através do 197 de que o acusado estava em sua residência no Valentina. Fomos ao local e constatamos o fato e o conduzimos para a delegacia”, explicou.

Kléberson Andrade Pires Fernandes é acusado de integrar um grupo de extermínio junto a um ex-policial militar que, inclusive, foi morto este ano. Ele ainda responde por processos por porte ilegal de arma.
 


    Renata Nunes
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