Corpo de criança é encontrado em estado de decomposição, delegado pede DNA e suspeita que corpo encontrado seja de criança desaparecida há uma semana

Delegado pede DNA e suspeita que corpo encontrado no Brejo seja de criança desaparecida há uma semana
Mais uma história pode ter um final triste na Paraíba. O delegado Júlio Ferreira que responde pelas delegacias de Lagoa Seca e São Sebastião de Lagoa de Roça solicitou exame de DNA para confirmar se o corpo encontrado na tarde da última segunda-feira (03/06) na zona rural de Lagoa de Roça é mesmo do menino Lucas Pereira da Silva de 11 anos, desaparecido desde a terça-feira (28/05). Ele morava em Alagoa Nova, brejo paraibano.
O corpo foi encontrado dentro de uma casa abandonada na localidade conhecida como Manguape em uma propriedade do Sr. José Ismael dentro de uma casa abandonada.
Em entrevista o delegado que mesmo tendo plena consciência que todas as circunstâncias e provas levam a confirmação de ser o menino, “é necessário exame de DNA, tendo em vista o estado em que o corpo foi encontrado”. Havia sinais de violência na cabeça que estava completamente desfigurada, uma corda no pescoço e um pé decepado.
Luciana Pereira, mãe de Lucas identificou o menino pela camisa e um calção que ele usava no dia do desaparecimento. “O corpo vai ser liberado para o sepultamento, mas o exame de DNA só sairá junto com a o resultado da necropsia”, disse Júlio Ferreira. A polícia já tem pistas do suspeito. O delegado acredita que este crime vai ser esclarecido em pouco tempo. Luciana afirma que a criança desapareceu na zona rural quando estava sob a responsabilidade do desconhecido.
Na tarde da última  sexta-feira (31) a Comissão de Direitos Humanos da OAB/PB - Subseção de Campina Grande, confirmou que estaria se deslocando no próximo dia 04 de junho até município de Alagoa Nova, Brejo paraibano, visando acompanhar o caso do desaparecimento do menino Lucas Pereira da Silva, 11 anos, morador do Sitio Pau D’arco. O anúncio foi feito por Wellington Luna - Presidente da Comissão.
Segundo Expedito Pereira, tio da criança, Lucas estava na companhia da mãe,  Luciana Pereira. A mulher  havia recebido uma proposta de um desconhecido para comprar sua moto, uma moto Titan 2003/4. Fechando o negócio, Luciana Pereira na moto guiada por ela, conduziu o filho, seguindo o desconhecido em outra moto em direção a cidade de Esperança, onde deveria ser efetuado o pagamento.
Porém, em dado trecho da zona rural entre Alagoa Nova e Esperança, a viagem é interrompida, Luciana é orientada pelo desconhecido a parar e esperar na estrada o dinheiro da compra da moto, que estaria em uma casa próxima. Ele foi buscar a quantia de cerca de R$ 4.000,00 (Quatro mil reais) e pediu para Lucas o acompanhar, que permitido pela mãe, foi. Algum tempo depois, o desconhecido retornou, sem portar o dinheiro e sem trazer a criança. Ele teria informado que outro condutor em mais uma moto já havia se deslocado de volta para Alagoa Nova e trazia consigo Lucas e o dinheiro e pagaria o veículo na residência de Luciana. 

PB Agora
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