Helicóptero da Polícia Civil cai no Rio


Polícia informou que aeronave passa por treinamento e descarta ataque.
Segundo Secretaria de Segurança, 5 policiais ficaram feridos.



O helicóptero da Polícia Civil prefixo PPEIH 01 caiu por volta das 15h40 desta quinta-feira (2) no Caju, na Zona Portuária do Rio, durante treinamento de rotina. Segundo a Secretaria de Segurança, cinco policiais civis da Coordenaria de Recursos Especiais (Core) ficaram feridos, um deles em estado grave.
De acordo com o delegado da 17ª DP (São Cristóvão) Maurício Luciano, havia dois pilotos e três tripulantes na aeronave. Eles foram identificados como Ricardo de Resende Herter, que pilotava a aeronave, Murilo Cesar da Silva Saibro, o copiloto, Marcos Estaca da Silva Nunes, Disney da Silva Ribeiro Lopes Júnior e Cláudio Cobo Fernandes. Até as 19h, não havia informações sobre a causa da queda, mas a Polícia Civil descarta a hipótese de a aeronave ter sido derrubada por traficantes.

O último sofreu traumatismo craniano e foi levado de helicóptero para o Hospital Miguel Couto, na Zona Sul, junto com mais um ferido. Seu estado de saúde é grave, de acordo com a Polícia Civil. Os outros três foram removidos na ambulância dos bombeiros para o Hospital Souza Aguiar, no Centro, estão lúcidos e com ferimentos leves.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero passou por uma vistoria no dia 19 de março deste ano. O Grupamente Aéreo da Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do quartel do Caju foram para o local e, por volta das 16h30, um helicóptero do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM sobrevoava a região.
A Aeronáutica enviou homens do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos 3 do Rio de Janeiro (Seripa) para o local para investigar a queda.
A aeronave ficou com a parte da frente parcialmente destruída e com a hélice para cima, como se o piloto tivesse feito um pouso forçado. A queda foi próxima ao estande de tiros do Centro de Treinamento da Polícia Civil.
Testemunha relata a queda
O motorista de caminhão da Comlurb Wagner Vieira, de 35 anos, disse que estava manobrando na hora do acidente. "Achei que fosse fazer uma manobra. De repente, a hélice ficou para baixo e a barriga para cima", contou.
Ao ouvir o estrondo, Wagner disse que correu e quando chegou perto da aeronave viu o piloto preso ao cinto de segurança, bem machudo. "Os demais não pareciam estar tão machucados", disse.
G1Rio 
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